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Sites a 400€?!

Os orçamentos em webdesign são algo muito complicado. O site pode sem uma coisa muito simples e, de um momento para o outro, ser uma coisa extremamente complexa. Quando falo em 400 euros, refiro-me a sites simples (+/- 5 páginas) e é um valor dado pelo todo. Ou seja, desde a definição dos requisitos, análise de público-alvo, fluxograma, plantas, passando pelos protótipos de interface, implementação e acabando nos testes de usabilidade.

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Comentário a “Coisas com piada”, de Mário Moura, no Ressabiator

O Designer continua a ser visto como alguém que dá um aspecto engraçado, moderno, diferente, arrojado, entre outros, ás coisas. Não quer dizer que não o seja! Mas obviamente que é muito mais do que isso.

Agora… se a imagem do Designer é esta, então isto acontece porque é esta a imagem que se “alimenta” no “espaço público”, que é comunicada. Quando falo em “espaço público” não estou a falar neste blog e nestes comentários ou em qualquer conversa entre Designers. Estou-me a referir mais concretamente ao espaço habitado por Designer, Cliente e Público-alvo. Será que muitos Designers não alimentam uma imagem da sua actividade como algo restrito, elitista, em que ninguém percebe muito bem como as coisas são feitas…? Não pensem só em nós, pensem em todos os Designers que aí andam por esse mercado. E quando digo todos, também incluo aqueles que fazem orçamentos de 50€ para logotipos ou 400€ para websites.

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Designer: Mediador ou Autor?

Torna-se bastante enigmático pensar a questão da autoria quando esta é vista à luz de um conceito apresentado por Julia Kristeva intitulado “intertextualidade”. De uma forma bastante simples, Julia Kristeva diz-nos que nada nasce do nada porque tudo aquilo que fazemos esté carregado de influências de outros. Ou seja, construir é quase como um puzzle (consciente ou inconsciente) em que as peças são coisas ou fragmentos de coisas captadas no nosso quotidiano.

Regular Design (comentário em The Ressabiator)

primitive tools Em primeiro lugar, gostaria de comentar a expressão “o design não é universal porque em Africa não há design”. hmmm… Alguém concorda comigo quando digo que o design sempre existiu? Na minha perspectiva, a partir do momento em que o Homem primitivo começa a trabalhar uma pedra com o intuito de utilizá-la para rasgar peles, está a aplicar princípios de design. O intuito deste senhor é criar um objecto útil e usável. Posteriormente com o aparecimento de novas técnicas e ferramentas, este objecto é trabalhado tendo em conta um outro item: a experiência de utilização (até que ponto é agradável utilizá-lo?). Ou seja, design há em todo o lado. Mas existem pessoas especializadas na prática das várias disciplinas do design.

Negociação e Design (comentário em The Ressabiator)

design process

Quando criamos um determinado produto/serviço este terá que ser útil, usável e de utilização agradável e significativa. Como tal, exercer design será sempre um processo de negociação entre todas as partes envolvidas no projecto (designer, cliente e público-alvo) com o intuito de satisfazer uma série de necessidades e requisitos de negócio, de produto e de público-alvo. E para satisfazer esta lista de necessidades é inevitável todo o processo de negociação entre as três partes envolvidas.