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O museu no espaço web

O Museu no espaço web

Em Dezembro de 2004 foi realizado um estudo com o objectivo de avaliar o webdesign de três museus. Este estudo, levado a cabo por Martijn van Welie e Bob Klaasse, surgiu com o intuito de estudar a forma como os e-museums são trabalhados, baseando-se em Patterns.

Por outro lado, interessava perceber até que ponto os padrões de Design existentes serviam para avaliar um website de um museu, ou se estariam estes obsoletos.

Os três museus seleccionados para este estudo foram o Rijksmuseum em Amsterdam, o Louvre em Paris, e o Guggenheim em New York.

IxD@web – 02.02d Uma abordagem centrada no utilizador: Modelos de Implementação, Mentais e de Representação

Existem várias formas de tornar um produto, serviço ou ambiente mais usável e agradável. Uma delas é, no seu desenvolvimento, transpor o conhecimento do mundo físico para o mundo digital. Temos inúmeros exemplos que reflectem essa transposição. Um exemplo disso é a utilização da metáfora do desktop, e todas as metáforas associadas (caixote do lixo, janelas, pastas, entre outras). Certamente existem vantagens e desvantagens em relação a esta abordagem que se prendem não só com o simples facto de transpor o objecto do real para o virtual, mas também com a forma como isso é feito.

IxD@web – 01.00 A Interface Gráfica

Para que a mágica da revolução digital ocorra, um computador deve [...] representar-se a si mesmo ao usuário, numa linguagem que este compreenda. (Johnson: 1997:17)

No nosso quotidiano, interagimos constantemente com uma série de artefactos que podem ser caracterizados como interfaces. Algo que usamos para fazer determinada coisa. Talheres para comer, copos para beber, despertador para acordar, fogão para cozinhar, lápis para escrever, torneiras para ter água, computador para trabalhar, estradas para percorrer, entre outras. Os exemplos podem parecer estranhos. No entanto, se pensarmos que uma interface é um mediador entre duas partes (Johnson, 1997) e que existe com um propósito especifico, então todo e qualquer objecto que seja passível de uma utilização com um determinado objectivo, pode ser visto como uma interface.

IxD@web – 00 Introdução

Quando comecei a investigar Interactividade não tinha conhecimento da existência da disciplina “Design de Interacção”. Nessa altura interessavam-me as questões da Interactividade no sentido em que estão ligadas à interface na web. A questão que colocava era: O que é a Interactividade e como é abordada e trabalhada, por exemplo, no desenvolvimento de um website?

Enquanto tentava perceber a definição de interactividade, descobri a existência desta disciplina que se dedica a “desenhar” interacção. Propõe a criação de interactividade em tudo aquilo que exija algum processo de interacção entre duas ou mais partes constituintes.